domingo, 24 de agosto de 2014

Risadas.




O que mais sinto saudades é das minhas risadas na infância, sem nem me importar com o porquê de eu estar sorrindo. Era tanta coisa facilmente engraçada, que chega até ser bobo hoje em dia, dar risada de um pulo de cachorro, ou de ganhar um presente do seu pai fora dos dias comemorativos, são só alguns exemplos. Hoje me deparo com um problema ao sorrir, depois de sorrir quero saber se o sorriso saiu verdadeiro, e se foi por um motivo que valesse a pena. Que dilema, tentando entender o porquê de sorrir, já ouvi inúmeras teorias sobre o sorriso, dizem que é a resposta da alma com a situação que você está no momento, tento usar essa teoria então, mas é complicado. Já imaginou você notar alguém que você goste e você abre um sorriso? A isso seria bem constrangedor, mas seria legal se fosse retribuído, daí nossas estariam felizes em se encontrar? E daí eu volto do inicio, como eu era sorridente na infância, sem problema algum, agora até pra sorrir pra alguém eu encontro problemas. Vou achar uma solução, talvez possa parecer meio tonta, mas é a única que eu posso fazer nesse momento. Vou ficar sorrindo, como eu era pequeno e ria até do cachorro latindo para parede, vou sorrir para todos os meus amores, e para quem não amo tanto assim, vou sorrir por você e por mim, vou sorrir por todos que estão sem afirmação de estar feliz ou não, talvez eles vejam meu sorriso e se inspiram, talvez eu faça o sorriso e recebo outro em troca.Então sem mais delongas, voltei a sorrir, sem porquês nem pra quês.

Matheus Hodniuk.

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