Somos os maiores vencedores da nossa própria vida. É
estranho para e se deparar como a nossa vida pode ter tantos porquês, mas a da
pessoa que passou do seu lado na rua pode ter o dobro, ou o triplo, ou também
pode não ter nenhum por que. Mas me deparo com minha sombra, e vejo se essas
perguntas são o motivo real de estar vivo. E sigo vendo que sem duvida alguma,
seria mais fácil, seria mais gostoso, e talvez até mais prazeroso. Pode ser que
chegando a minha maturidade eu possa ver que não devo mais me perguntar, devo
fazer mais do que perguntar, chega ser clichê agir ao invés de pensar. Mas já vi
e fiz tantas ações por impulsos, e me arrependo muito por tudo. Além de tudo
ter perdido um pouco da magia, de descobrir, de pensar em como poderia ter
feito, sendo que o impulso me atrapalhou. E agora eu me culpo de não ter pensado
um pouco, tudo deveria ser tão diferente, mas o diferente pode ser ruim para mim.
Quem sabe eu não deveria ter atravessado aquela rua, eu não deveria ter ido atrás
aquele dia, eu não devia ter acordado naquela hora, eu não deveria ter deixado
de pensar naquele instante. Então devemos pensar um pouco, nos porquês que a
vida nos trás, devemos agir, mas devemos agir com o pensamento que estipulamos
antes de ter determinada ação. E nunca sendo egoísta o bastante, a ponto de
achar que é o único sofrido, o único amado, o único sem amor, o único sem motivos.
Todos nós temos o porquê, sejam eles relevantes ou não, isso depende de pessoa
para pessoa, de momento a momento, mas o que pode afirmar sem nem perguntar, é
que sempre vencemos, ao achar os nossos porquês.
Matheus Hodniuk.

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